Solidariedade e mídias sociais
Olá, pessoal este texto é de Renata Coutinho, da iNteração. Eu também quero ajudar Yoko a ir até a China!
Ficamos sabendo hoje de uma história comovente, no JC On line. A matéria conta a saga de uma pernambucana em busca de reabilitação, de esperança. Yoko Farias, de 25 anos, luta a cinco anos contra o diagnóstico de tetraplegia. Um acidente banal transformou a vida da jovem que passou a paralisia do pescoço para baixo. Yoko trabalhava como refreadora infantil, em um parque de diversões, há apenas três dias quando durante uma brincadeira após o trabalho aconteceu o acidente. Ela e alguns colegas resolveram pular um pouco na cama elástica. A brincadeira terminou em tragédia quando o joelho de uma das monitoras atingiu o pescoço de Yoko. O acidente provocou fratura de duas vértebras a nível cervical (C5 e C6) o que comprometeu seus movimentos.
Motivada por um sentimento de esperança, Yoko começou a pesquisar sobre pessoas que conseguiram vencer essas limitações através de tratamento com células- tronco. Mas o procedimento custava caro, cerca de 85 mil reais, e tinha que ser realizado fora do país. Foi ai que começou uma rede de solidariedade em torno de sua história. Com o nome “Eu quero ver a Yoko na China!”, a corrente do bem arrecada fundos para tornar o sonho desta jovem possível. O grupo usa a internet para isso, com ferramentas como o blog (http://www.yokonachina.com.br) , o twitter (http://twitter.com/YokoNaChina), o flickr (http://www.flickr.com/photos/yokonachina/) e o orkut. Todos são muito bem elaborados e com uma função social incrível: A SOLIDARIEDADE! A internet permite que essa rede de ajuda seja acessada pelo mundo inteiro, aumentando as chances de Yoko conseguir seu objetivo. Nós que fazemos a iNteração estamos na torcida!










